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As melhores viagens para 2020

23 de dezembro de 2019

O mundo te espera! Os editores da National Geographic selecionaram os destinos mais emocionantes do planeta para 2020. Confira 5 deles, escolha o seu e boa viagem!

Mostar, Bósnia e Herzegovina

Por quê ir neste ano? É o marco de 25 anos de paz da cidade de Mostar.

Parcialmente destruído durante a Guerra da Bósnia (1992-1995), Mostar, rico em história, ainda tem cicatrizes do passado. Inúmeros edifícios da Cidade Velha, desenvolvidos como cidade fronteiriça otomana do século XV, foram reconstruídos ou restaurados nos 25 anos desde que os Acordos de Paz de Dayton estabeleceram relativa calma nos Balcãs Ocidentais. Durante o passeio é possível ver apartamentos recém-reformados ao lado de edifícios repletos de buracos de bala; artistas locais e internacionais que decoram regularmente as estruturas abandonadas com murais coloridos; e sem dúvida a imagem mais tangível da paz de Mostar: a Stari Most (Ponte Velha) do século 16, reconstruída em 2004 que liga o lado oeste da cidade, predominantemente cristão croata, ao leste principalmente bósnio muçulmano. 

Província de Guizhou, China

Por quê ir neste ano? Para ter a experiência de entrar em aldeias quase intocadas pelo tempo

Historicamente, uma das províncias mais isoladas e não descobertas da China, o sudoeste de Guizhou está ganhando notoriedade global. A água abundante e o clima frio da região montanhosa são atraídos pela Apple, Huawei e outras potências tecnológicas que estabeleceram ou estão construindo instalações na capital da província, Guiyang. Essa agitação em torno de bytes melhorou o acesso a toda a província, incluindo as aldeias tradicionais de grupos minoritários étnicos, como os Bouyei, Dong e Miao. Nas aldeias indígenas do leste de Guizhou, em particular, os dias se desenrolam em ritmo lento e as pessoas continuam tradições agrícolas e têxteis – como fiação e bordado – praticadas desde o século VI. 

Tohoku, Japão

Por quê ir neste ano? Para fujir das multidões olímpicas dos jogos de 2020.

A menos de três horas de trem de Tóquio, sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 2020, Tohoku deve receber uma medalha de ouro pelo melhor país das maravilhas das viagens desconhecidas. Esta região apresenta florestas, desfiladeiros e lagos cristalinos, templos e santuários de mil anos de idade e festivais locais veneráveis, e menos de 2% dos viajantes internacionais frequentam a região. A sugestão é caminhar pela trilha costeira Michinoku, que percorre 620 milhas de Aomori a Fukushima; passar por resorts como Appi Kogen que são emocionantemente desertas e para os esquiadores, aproveitar a região que registra regularmente uma das mais fortes nevascas do planeta. 

Trilha Azul Nacional, Hungria

Por quê ir neste ano? Para passar por um caminho europeu menos conhecido.

Apesar da falta de altos picos, a Hungria é um destino ideal para caminhadas, graças à trilha Azul Nacional do país. Percorrendo cerca de 700 milhas da Montanha Irottko, na fronteira oeste com a Áustria, até a vila nordeste de Hollóháza, perto da Eslováquia, a Trilha Azul (Kéktúra em húngaro) é uma rede maravilhosamente diversificada de caminhos registrados com marcadores de faixa branca e azul. Originada em 1938 e reconhecida como a primeira trilha de longa distância da Europa, faz parte da rota européia de longa distância E4, com quase 6.500 milhas, que começa na Espanha e termina (com conexões de balsa) em Chipre. Embora você possa usar a trilha azul como plataforma de lançamento para uma jornada épica pela Europa, a rota histórica da Hungria é mais bem vivida como um destino singular. 

Ilhas Magdalen, Canadá

Por quê ir neste ano? Para conhecer um mundo de gelo incrível, que está diminuindo, e as focas que dependem dele.

Quando você anda no gelo, é fácil esquecer que há um oceano abaixo de você. Esse mundo congelado é reduzido ao essencial: céu impossivelmente azul, sol brilhante refletindo sobre uma manta de neve fresca, vento que vibra como um violoncelo e brancura ao redor. As Ilhas Magdalen são assim e acomodam um viveiro de focas no golfo de St. Lawrence, um dos três locais de filhotes de focas no noroeste do Atlântico. As focas adultas migram para lá do Ártico, as fêmeas grávidas procuram gelo adequado para nascer e os machos seguem, ansiosos para acasalar. As focas-harpas são uma espécie abrigada pelo gelo que exigem uma plataforma marítima estável de gelo para os filhotes sobreviverem, eles nascem no final de fevereiro e início de março. Uma experiência exclusiva e inovadora.

 

Conteúdo adaptado do National Geographic.

Para ter acesso ao conteúdo completo, que traz 25 destinos, acesse: https://www.nationalgeographic.com/travel/features/best-trips-2020/.