Agora, veja o caso de um centro médico acadêmico que sabe que seu prazo de 48 horas para captura eletrônica de documentos não estruturados está impactando o atendimento e as operações do paciente. Então, ele define uma nova meta: todos os dados não estruturados devem ser capturados e acessíveis em quatro horas. A equipe digitaliza os documentos imediatamente no ponto de atendimento, em vez de enviá-los por correio para o departamento de registros médicos. Colocar dados não estruturados diretamente no prontuário eletrônico no ponto de atendimento permite que as informações sejam acessadas muito mais rápido pelas equipes clínicas e comerciais. Isso permite que o faturamento ocorra de forma mais rápida e uniforme para que o hospital possa receber reembolsos oportunos e precisos, ao mesmo tempo em que reduz as negações de reivindicações.
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Melhore a segurança e a conformidade: Por fim, vamos rever um cenário muito comum que você provavelmente já testemunhou. Um membro da equipe inadvertidamente deixa um documento com informações de saúde protegidas (PHI) na lixeira da impressora. Quando outro funcionário o vê, a organização imediatamente assume potenciais riscos financeiros e de segurança, especialmente se não souber exatamente o que está sendo impresso ou quem está imprimindo. A tecnologia melhora muito a segurança e a conformidade ao criar autorização de acesso e trilhas de auditoria para evitar PHI comprometidas. A chave é gerenciar e mover informações com segurança, para que cheguem onde precisam estar quando precisam estar lá, seja no ambiente de atendimento ou no escritório comercial. Isso não apenas cria uma experiência geral mais tranquila para pacientes e equipe, mas também ajuda a proteger sua organização de violações financeiramente devastadoras e do pesadelo de relações públicas que as acompanha.